Striptease completa 30 anos em 2026: uma celebração ao clássico cult que marcou os anos 90
Três décadas depois de seu lançamento, Striptease (1996) continua sendo um daqueles filmes que ninguém esquece — seja pelo escândalo, pela estética exagerada dos anos 90 ou pelo impacto cultural que deixou. Em 2026, o longa dirigido por Andrew Bergman chega aos 30 anos, e essa matéria comemorativa revisita sua história, seus bastidores e o motivo de ainda ser tão comentado.
⭐ A trama que mistura drama, humor e política — do jeitinho caótico dos anos 90
A história acompanha Erin Grant (Demi Moore), uma ex-funcionária do FBI que perde a guarda da filha e, para financiar o processo judicial, passa a trabalhar como stripper no clube Eager Beaver, em Miami.
O que começa como um drama pessoal rapidamente se transforma em uma sátira política quando o congressista David Dilbeck (Burt Reynolds) se torna obcecado por Erin. Entre chantagens, crimes e personagens excêntricos, o filme entrega uma narrativa tão improvável quanto divertida.
🎭 Elenco icônico e performances que marcaram época
Mesmo recebendo críticas duras na época, o elenco entregou momentos memoráveis:
Demi Moore fez história ao receber US$ 12,5 milhões, tornando-se a atriz mais bem paga do mundo naquele momento.
Burt Reynolds abraçou o exagero e criou um dos políticos mais caricatos do cinema.
Ving Rhames trouxe carisma e humor como o segurança Shad.
O resultado é um filme que, mesmo não sendo unanimidade, tem personalidade de sobra.
💸 Do “pior filme do ano” ao status cult
Striptease foi massacrado pela crítica e levou seis Framboesas de Ouro, incluindo Pior Filme. Ainda assim, arrecadou mais de US$ 113 milhões mundialmente e, com o tempo, ganhou um status cult.
Hoje, é lembrado como:
um retrato exagerado e divertido dos anos 90,
uma sátira política inesperada,
e um marco na carreira de Demi Moore.
🎉 Por que celebrar 30 anos de Striptease?
Três décadas depois, o filme permanece vivo no imaginário popular. Celebrar seus 30 anos é revisitar:
a estética neon e ousada da década,
a mistura única de humor e crítica social,
e o impacto cultural que ultrapassou o cinema.
Striptease é imperfeito, exagerado e caótico — e talvez seja exatamente por isso que continua tão fascinante.
🎬 Conclusão comemorativa
Aos 30 anos, Striptease segue sendo um filme que divide opiniões, mas nunca passa despercebido. É um símbolo de uma época, um experimento ousado e um clássico cult que merece ser revisitado.

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